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Mapa de Riscos: aprenda como fazer

Mapa de Riscos é um dos assuntos mais conhecidos da Saúde e Segurança do Trabalho. Aprenda como fazer um para a sua empresa.
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Mapa de Riscos é um dos assuntos mais conhecidos da Saúde e Segurança do Trabalho.

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Esse tema é muito importante para as empresas que já têm a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), porque elaborar o Mapa de Riscos é uma obrigatoriedade dos integrantes desta Comissão.

Ele é uma ferramenta fundamental para a conscientização e prevenção de acidentes no ambiente do trabalho e para ser elaborado de modo mais completo é preciso a colaboração dos trabalhadores e o auxílio do SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho).

Vamos entender, então, um pouco mais sobre o que é o Mapa de Riscos numa empresa e como elaborá-lo de maneira eficaz e completa?

Mapa de Riscos: entenda como ele chegou ao Brasil

Antes de entender como elaborar, saiba que o Mapa de Riscos é uma representação qualitativa dos riscos existentes nos locais de trabalho. E ele é representado graficamente através de cores e círculos em tamanhos diferentes.

Cada cor e tamanho destes círculos serão feitos de acordo com a planta do ambiente analisado. Este local pode ser completo ou setorial.

Esse Mapa precisa reunir as informações básicas necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação da segurança e saúde do trabalho na empresa.

Os indícios são de que essa estratégia tenha sido criada na Itália por volta dos anos 60 e, logo nos primeiros 10 anos de sua existência, o Mapa de Riscos teve um modelo próprio criado por iniciativa de um grupo sindical.

E o Mapa de Riscos chegou ao Brasil na década de 80 e, em 1992, tornou-se um item obrigatório de segurança, através da Portaria DNSST nº 5, de 17 de agosto, que visava alterar a NR-9 estabelecendo a obrigatoriedade da elaboração.

Sendo assim, cabe aos cipeiros elaborarem o Mapa de Riscos da empresa, podendo, claro, serem orientados pelo SESMT ou pelos demais trabalhadores, que sabem pontuar exatamente os locais de riscos para constarem nesse Mapa bem como todas as prevenções possíveis.

Prevenção: aprenda a elaborar um Mapa de Risco nas empresas

A primeira medida para elaborar um Mapa de Risco eficaz e completo é conhecer o processo de trabalho no local onde está sendo feita a fiscalização.

Isto é essencial, porque cada atividade desenvolvida nessa empresa oferece riscos diferentes que precisam estar todos mapeados. Não se pode negligenciar riscos ou escondê-los, pois isto fere e compromete a eficácia do mapeamento.

Feita esta parte, procure, agora, identificar os agentes de riscos existentes nesse local avaliado ou no setor. Principalmente, porque os ambientes de trabalho também oferecem riscos à saúde e à segurança do trabalhador.

Ainda na elaboração do Mapa de Risco também é preciso identificar as medidas preventivas que já existem no ambiente de trabalho e se elas são eficazes tanto para o trabalhador individual quanto para o coletivo na empresa.

Outra medida importante é pontuar os indicadores de saúde, tais como: doenças profissionais, queixas, acidentes de trabalho que já tenham acontecido. Utilize os erros já cometidos no passado para corrigir o futuro.

Mapa de Riscos: classificação dos símbolos (círculos e cores)
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Dentro do Mapa de Risco são utilizadas as cores para identificar o tipo de risco e os círculos para identificar a intensidade desses riscos. Essa classificação se dá de acordo com a tabela de riscos ambientais.

O círculo pequeno demonstra que há um pequeno risco por sua essência ou por ser risco médio já protegido. O círculo médio identifica que há um relativo incômodo, mas que pode ser controlado.

Já o círculo grande serve para identificar um risco que pode matar, mutilar, gerar doenças e que ainda não dispõe de mecanismos que reduzem, neutralizam ou controlam esses riscos mais graves.

E ainda é necessário que estes círculos sejam pintados ou contornados pelas suas respectivas cores, como, por exemplo, a cor verde que identifica o Grupo 1, riscos físicos, como ruído, pressão, calor, frio, umidade, etc.

Ainda temos a cor vermelha, no Grupo 2, para os riscos químicos; a cor marrom, no Grupo 3, para os riscos biológicos. A cor amarela, no Grupo 4, para os riscos ergonômicos e, por fim, a cor azul, no Grupo 5, para os riscos acidentais.

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